nem eu entendo muito bem o desfecho, pra falar a verdade... pensei que não era possível, plausível, compreensível... nem me foi recomendado... me fez bem, mas sobre tudo mais não sei ainda o que pensar... vai levar um tempo... e isso é o que me dói dizer, porque acho que isso não faz bem a ninguém... nem a você... muito menos a mim...
queria que soubesse que, não dizer, quando perguntas, está longe de não querer... na realidade, está mais próximo de não saber o que dizer... eu queria ter certeza mas, na imensidade desse meu multiverso particular, todas me fogem quando o assunto é esse... é, há tanta diferença entre saber... e ter certeza...
não tenho como afirmar sobre o futuro... as vezes pode ser que você tenha razão... não vou negar que as cicatrizes ainda estão abertas... nem posso negar que ainda penso... você sabe disso... mas mais vale o que queremos, que o que somos... não é assim?
escrever de madrugada... meio estonteado pela luz trêmula da lua... é tão estranho, embora sublime, esse jogo de dirigir palavras... e tenho que me contentar com a incerteza de que serão entregues, me atirando na certeza de que serão vistas por olhos curiosos e nada bem intencionados... é, tenho que ficar aqui, esperando que elas cheguem até onde quero que cheguem... pensando que serão mal interpretadas no meio do caminho... por você? é o jeito.