Tão inconstante, tão vulgar... tão estúpida... é como se fosse uma usurpada parte de um Eu que já estava perdida (e que bom estar perdida), em uma queda constante em sua inconstância - uma queda fractal, geômetra, divina - me fazendo recair naquele passado sórdido e imaturo. Mas que imaturidade gostosa.
Putz... o que digo eu agora também?! Talvez já não saiba de nada - meus sentidos não sentem...
Só tua pele me vem à mente. Mas o que foi aquilo?! Tão ardente, tão forte e in... esperado... sim, quanto esperei... E lá estava o mais intimo de mim a berrar em sua felicidade momentânea, lutando com minha razão, que urrava em desespero por deixa-la de lado, junto com tudo mais que mudou em meu coração... Não importa... FOI! E foi muito bom...
Mas o que foi afinal aquilo? Ou seria isso... essa coisa tão ardente que me salta ao peito?
Amor? Não, por favor... não é a ti que amo... não é... agora o sei... sei bem a quem amo, sei como amo, mas tu... não... tu não... esse momento não foi mais que um prostituto, que fez meu corpo escravo de um antigo amor adormecido... Bem vindo... Mas foi... sim, você já se foi... então se vá...
Ou devo pedir... por favor!?