terça-feira, 25 de outubro de 2011

o sétimo selo

Eu me perdi. Em mim mesmo...
Tanto tempo perdido... despedaçado... que já não volta...
Tempo de idolatria a idolos falsos... a quem não merece ser idolatrado..
Sonhos perdidos, sonhos distantes... vida tão passageira quanto um sonho ruim... que volta e perturba... noite após noite...
Me perdi naquele que sou, ou em alguém que simplesmente não sou.
É hora de buscar um pouco daquele ser perdido... daquele que deixou de ser.
É hora de ser egoísta e egocêntrico... Se for pra ser, que seja... se não... foda-se...
Aliás, foda-se tudo...
Tenho aberto mão demais do que importa... e não é de hoje... é de sempre...
Fodam-se todas as bostas mal lavadas que perambulam por aí...
Fodam-se todos esses vampiros sedentos de vida... que sejam espancados e desmembrados nas esquinas da vida...
Não... a isso não chamo de rebeldia... aliás, não é ódio  qualquer um... que não seja eu...
Pelo fraco que tenho sido... pelo fraco que FUI.
Pois esse que não era EU.
Mas agora voltei, do abismo, justo a tempo para a última trombeta.