Um coração jamais se conhece totalmente até que se tenha provado. E nunca se prova até que tenha amado. E nunca ama até que tenha sentido outro amor que não aquele que o faiscou.
Sim. Essa é a vida.
Sonhos são fragmentos da nossa alma, bem como a alma é apenas um sopro ingênuo do que somos realmente (ou seriamos nós apenas um rascunho dos nossos sonhos?)
Vivo assim... atônito... como uma criança ansiosa por chegar ao objetivo... como um elétron que chega sem saber ter chegado... tão quântico...
Mas... aonde queria mesmo chegar? ... Me sinto assim, parado em um portão, depois de uma longa viagem... esperando por uma alma que o abra... e essa alma seria eu?
domingo, 30 de outubro de 2011
parado no portão
terça-feira, 25 de outubro de 2011
o sétimo selo
Eu me perdi. Em mim mesmo...
Tanto tempo perdido... despedaçado... que já não volta...
Tempo de idolatria a idolos falsos... a quem não merece ser idolatrado..
Sonhos perdidos, sonhos distantes... vida tão passageira quanto um sonho ruim... que volta e perturba... noite após noite...
Me perdi naquele que sou, ou em alguém que simplesmente não sou.
É hora de buscar um pouco daquele ser perdido... daquele que deixou de ser.
É hora de ser egoísta e egocêntrico... Se for pra ser, que seja... se não... foda-se...
Aliás, foda-se tudo...
Tenho aberto mão demais do que importa... e não é de hoje... é de sempre...
Fodam-se todas as bostas mal lavadas que perambulam por aí...
Fodam-se todos esses vampiros sedentos de vida... que sejam espancados e desmembrados nas esquinas da vida...
Não... a isso não chamo de rebeldia... aliás, não é ódio qualquer um... que não seja eu...
Pelo fraco que tenho sido... pelo fraco que FUI.
Pois esse que não era EU.
Mas agora voltei, do abismo, justo a tempo para a última trombeta.
Tanto tempo perdido... despedaçado... que já não volta...
Tempo de idolatria a idolos falsos... a quem não merece ser idolatrado..
Sonhos perdidos, sonhos distantes... vida tão passageira quanto um sonho ruim... que volta e perturba... noite após noite...
Me perdi naquele que sou, ou em alguém que simplesmente não sou.
É hora de buscar um pouco daquele ser perdido... daquele que deixou de ser.
É hora de ser egoísta e egocêntrico... Se for pra ser, que seja... se não... foda-se...
Aliás, foda-se tudo...
Tenho aberto mão demais do que importa... e não é de hoje... é de sempre...
Fodam-se todas as bostas mal lavadas que perambulam por aí...
Fodam-se todos esses vampiros sedentos de vida... que sejam espancados e desmembrados nas esquinas da vida...
Não... a isso não chamo de rebeldia... aliás, não é ódio qualquer um... que não seja eu...
Pelo fraco que tenho sido... pelo fraco que FUI.
Pois esse que não era EU.
Mas agora voltei, do abismo, justo a tempo para a última trombeta.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
gelo seco
tenho que aprender, a dizer mais o que eu acho, e não o que eu quero achar...
sempre fui assim, meio tonto... quero ajudar demais, quero acariciar demais... é o medo de o outro se sentir mal... nem que eu é que tenha que me sentir mal pra isso... é, tento sempre dizer o que vai fazer a outra pessoa se sentir bem... e nesse joguinho acabo por me destruir, destruir quem sou... cometendo suicidio... dizendo adeus à minha identidade...
tenho que aprender, que a vida se constrói pelo que é realidade, e não pelo que eu queria que fosse real... eu preciso me tocar de que tem coisas pras quais não adianta ficar assim... já era... perdeu playboy... quem mandou não ser honesto contigo mesmo? quem mandou jogar esse jogo homicida? isso tem volta...
queria tanto que você entendesse, que não é minha culpa... eu realmente quero ser o que quero ser pra você...
e justo agora que percebi que a realidade sou eu que faço... vejo que ela está além de mim...
queria tanto mudar quem fui... queria tanto que você visse quem sou agora...
sempre fui assim, meio tonto... quero ajudar demais, quero acariciar demais... é o medo de o outro se sentir mal... nem que eu é que tenha que me sentir mal pra isso... é, tento sempre dizer o que vai fazer a outra pessoa se sentir bem... e nesse joguinho acabo por me destruir, destruir quem sou... cometendo suicidio... dizendo adeus à minha identidade...
tenho que aprender, que a vida se constrói pelo que é realidade, e não pelo que eu queria que fosse real... eu preciso me tocar de que tem coisas pras quais não adianta ficar assim... já era... perdeu playboy... quem mandou não ser honesto contigo mesmo? quem mandou jogar esse jogo homicida? isso tem volta...
queria tanto que você entendesse, que não é minha culpa... eu realmente quero ser o que quero ser pra você...
e justo agora que percebi que a realidade sou eu que faço... vejo que ela está além de mim...
queria tanto mudar quem fui... queria tanto que você visse quem sou agora...
lo siento
sei que não tenho sido tudo o que poderia... sei que tenho agido como não deveria... sei que tenho vivido nessa intensa correria... sei que tenho me cegado ao que realmente me valia... sei que tenho sido mediocre, nervoso, egoista... sei que tenho merecido essa expressão tão fria... esse rosto tão intenso, esse olhar que me arrepia...
se desculpas adiantassem... mas quem sou eu para defecar palavras tão vazias, quando o que desejo pedir me transborda? ... nem imagina quem es pra mim... já eu... quem sou, pra você?
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